http://www.ionline.pt/conteudo/61429-a-ciencia-diz-que-este-deve-ser-o-homem-mais-feliz-do-mundo

Ao ler o Blog da Unidade Vila Mariana (http://www.vilamarianayoga.com.br) deparei-me com um texto bem interessante e divertido, de autoria de Rubem Alves:

VIDA DE PIPOCA

Milho de pipoca que não passa pelo fogo, continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Há sempre o recurso do remédio: Apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada, dentro da panela cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou. Vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina do que é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! Ela aparece em uma forma completamente distinta, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bem, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. É como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. E triste é o seu destino, uma vez que permanece dura a vida inteira. Vão acabar sozinhas, Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.

Sejamos gratos pelo fogo! Ainda há tempo de sermos pipoca!

Rubem Alves

Tapas – auto-superação: um dos preceitos do Yôga, uma das obrigações que o ser humano tem para consigo mesmo. Auto-superação significa ir mais além, conseguir hoje o impossível de ontem.

Este mês o meu exercício de tapas está a ser não consumir chocolate. Como menina gulosa que sou, pensei que fosse realmente impossível para mim, mas mal expliquei ao meu corpo, há uma semana: “a partir de agora não comes mais chocolate” ele entendeu e nunca, mas nunca mesmo me pede nem um bocadinho. Sinto-me agora mais forte psicologicamente, porque cada vez mais aprendo que não há barreiras que possa superar, não há limites que não possa transpor. Talvez no próximo mês escolha algo mais difícil… talvez um mês sem julgar absolutamente ninguém? Ou um mês sem reclamar de nada, sob circunstância alguma? São atitudes que se devem ter sempre, mas sem um comprometimento definitivo para nós mesmos torna-se fácil escorregar.

Bem, na altura logo verei. Por agora esperam-me mais três semanas chocolate-free.

Beijinhos com sabor a morango!

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http://www.thesartorialist.blogspot.com

Hoje o meu lanche foi tão bom que não resisti a partilhá-lo aqui.

Misturei no liquidificador uma ou duas mãos-cheias de bróculos crus, um pêssego bem vermelhinho e duas pêras pequeninas, D. Joaquina. Alguma água para diluir tudo e … tata, obtive um smoothie delicioso!

Vou passar a incluir green smoothies na minha dieta diária 🙂

2843261316_1f0ec6b596_o                                Imagem tirada de http://chowvegan.com

Querem saber um blog perfeito para irem quando estão contentes? E quando estão tristes? E quando estão assim-assim?

Visitem cuteoverload.com , a delícia de qualquer pessoa que adore bichinhos! =)

 

Aqui está um exemplo das muitas fotografias engraçadas que lá podem encontrar:

 

banana_haiku_operation

Dou por mim, às cinco e cinquenta e um da manhã, a ir ao site da faculdade mais uma vez ver se saíram as notas que falta. 

A minha relação com as notas é estranha. Entrego tudo completo,a tempo e horas, e saio da faculdade muito descansadinha. “Tenho a certeza que vai tudo correr bem”, penso para mim, espraiando-me sobre os solarengos dias de férias que aí vêm. Passado uns dias assaltam-me, de vez em quando, umas dúvidas bizarras – será que eu entreguei tudo direitinho? Será que não me esqueci de nada? Será que não me enganei e imprimi as folhas erradas? Será que as minhas folhas de entrega e maquetas não se evaporaram após eu as pôr lá, num passe de magia e perlimpimpim? Acalmo os meus receios com umas risadas e estou pronta a divertir-me outra vez. Mas, quando me avisam que as notas já saíram…todos os pavores insensatos e sustos paranormais me invadem uma vez mais. E passam, pela minha mente, imagens de mim a reprovar. “Era uma aluna muito aplicada, mas chegou ao fim do ano e entregou tudo ao contrário do que era pedido. Teve que repetir o ano outra vez” – dizem os meus colegas imaginários, bem vivos dentro da minha cabecinha. Quando chegou o momento de ver as notas… claro que uma felicidade profunda se espalhou por todo o meu ser! Mesmo que tirasse notas um pouco mais baixas que as esperadas, havia sempre uma parte de mim que se sentiria aliviada. Felizmente, as notas estão a corresponder às minhas expectativas.

Enfim. Para o ano é que eu vou ser o Pritzer lá da faculdade, hehe.

Já agora, tenho que mencionar algo que me deixa muito orgulhosa: o meu amiguinho mais querido é oficialmente o aluno mais talentoso da faculdade – como eu já sabia há muito! Teve umas notas incrivelmente altas – e indiscutivelmente merecidíssimas – e eu vou poder contar aos meus netos e bisnetos que eu já era amiga dele “quando ainda era um ganapito”. Parabéns R!